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Minas Gerais segue na liderança da Cfem em todo o País

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Ao longo do primeiro bimestre, Minas Gerais arrecadou R$ 607,7 milhões em royalties da mineração. Assim, o valor arrecadado com a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) registrou um aumento de 44,1% sobre o recolhimento nos mesmos meses de 2023, quando o volume de recursos chegou a R$ 421,6 milhões.

Conforme os dados da Agência Nacional de Mineração (ANM), o recolhimento da Cfem chegou a R$ 288,9 milhões em fevereiro. Assim, na comparação com o mesmo período de 2023, houve um incremento de 34,1%, uma vez que naquele período a Cfem havia ficado em R$ 215,3 milhões. Frente a janeiro, quando o valor ficou em R$ 318,8 milhões, a queda chegou a 9,37%.

Os dados da Agência Nacional de Mineração mostram que, no Brasil, a arrecadação da Cfem entre janeiro e fevereiro somou R$ 1,350 bilhão. Portanto, o valor aumentou 35,3% quando comparado com os R$ 997,7 milhões registrados no primeiro bimestre de 2023.

Minas Gerais lidera a arrecadação

Conforme os dados, nos primeiros dois meses do ano, Minas Gerais liderou o recolhimento da Cfem. O valor respondeu por 45% do total recolhido no País. Logo em seguida, veio o estado do Pará, com o valor de R$ 337,9 milhões recolhidos no primeiro bimestre.

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Quando considerado apenas o mês de fevereiro, Minas Gerais também permaneceu na liderança do recolhimento de royalties de mineração no Brasil. O segundo lugar ficou com o Pará, que recolheu R$ 257 milhões. Já o montante nacional foi de R$ 617,7 milhões.

 

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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