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Economia

Ouro fecha em queda de mais de 5% pela primeira vez em 12 anos; entenda

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O ouro encerrou a sessão desta terça-feira, 21, em queda acentuada, em movimento de correção de ganhos, enquanto um dólar mais forte também pressionou o metal. A prata também encerrou o pregão em baixa. De acordo com a Dow Jones Market Data, é a primeira vez em 12 anos que o ouro caiu mais de 5%.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em queda de 5,74%, a US$ 4.109,1 por onça-troy. A prata encerrou em baixa de 7,16%, a US$ 47,704 por onça-troy.

Importante destacar que, no ano, o ouro ainda acumula alta de mais de 50%.

A queda desta terça pode ter sido causada por uma avaliação exagerada nos valores do ouro, avalia o XTB. O metal vinha registrando ganhos consecutivos nos últimas semanas, atingindo recordes de preços. Ainda segundo o XTB, a possibilidade de que os dados de inflação dos Estados Unidos, que serão divulgados na sexta-feira, fiquem abaixo do esperado, também pesou sobre o ouro.

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Além disso, analistas do Citi Research veem uma diminuição no prêmio de risco como um dos fatores que contribuem com a queda, com a perspectiva do encerramento da paralisação das atividades do governo norte-americano e do anúncio de um acordo comercial entre os EUA e a China. Investidores também acompanham relatos de que países europeus preparam uma proposta para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

O Citi citou que o ouro teve queda de 4,7 desvios padrão nesta terça. O comportamento é um evento estatisticamente muito raro e extremo. A instituição disse que havia alertado para o fato de os preços do ouro estarem esticados, negociados a 20% acima da média móvel de 200 dias, o que funcionou como um indicador de topo/consolidação em ciclos anteriores. O banco disse que encerrou a posição comprada no metal.

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*Com informações de Dow Jones Newswires

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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