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Otimizando a Mineração através do uso das imagens de satélite

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Através da análise de imagens de alta resolução, é possível observar as mudanças na paisagem e identificar potenciais problemas, como o desmatamento, a expansão não autorizada ou o esgotamento dos recursos minerais. Além disso, serve para demonstrar sua conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis, fornecendo evidências objetivas e transparentes sobre suas operações.

O monitoramento da região mineral através do uso de imagens de satélite permite identificar riscos associados à mineração, como deslizamentos de terra, queimadas, inundações e outros eventos naturais, permitindo a implementação de medidas de segurança para proteger os trabalhadores e as instalações.

A cobertura ampla e consistente das áreas minerais, fornece uma visão abrangente das operações de mineração ao longo do tempo, eliminando a necessidade de visitas constantes, economizando tempo e recursos.

No monitoramento ambiental, as imagens de satélite detectam alterações na cobertura vegetal, poluição de corpos d’água e outros impactos ambientais da mineração. Isso permite a avaliação e controle dos impactos ambientais, além de apoiar a recuperação de áreas degradadas. Além disso, fornece informações sobre a distribuição de recursos hídricos, essenciais para o planejamento de operações de mineração que dependem de água.

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A tecnologia de imagens de satélite continua avançando, com melhorias na resolução espacial e frequência de captura. Técnicas avançadas de processamento de imagem e aprendizado de máquina são aplicadas para extrair informações mais detalhadas e precisas. Isso amplia o potencial das imagens de satélite na mineração, possibilitando um monitoramento eficaz, gestão precisa dos recursos e redução dos impactos ambientais.

A Climatempo desenvolve estudos com imagens de satélite de altíssima resolução para diversos setores, como os de Mineração, Energia, entre outros, principalmente para monitoramento de área, estudos de impacto ambiental e identificação de mudanças no uso do solo.  Estes estudos têm contribuído para melhores decisões de planejamento e operação nas empresas.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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