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A pepita de ouro gigante encontrada por garimpeiro amador na Austrália

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Um homem australiano tirou a sorte grande ao encontrar uma rocha de 4,6 kg com ouro no valor de US$ 160 mil (R$ 831 mil).

A descoberta foi feita por meio de um detector de metais simples e barato.

O homem, que não quer ser identificado, fez a descoberta nas minas de ouro de Victoria — que era o coração da corrida do ouro na Austrália no século 19.

Darren Kamp, que avaliou e comprou a pepita, disse que é a maior que ele já viu em 43 anos de carreira.

“Fiquei chocado. É uma descoberta única na vida”, disse à BBC.

Kamp não havia pensado muito nisso quando um homem que portava uma mochila grande entrou em sua loja em Geelong, a cerca de uma hora a sudoeste de Melbourne. Segundo o comerciante, normalmente as pessoas chegam com ouro de tolo (pirita) ou outras pedras que apenas se parecem com ouro.

“Mas ele puxou esta pedra e, quando a deixou cair na minha mão, disse: ‘Você acha que ela vale A$ 10 mil (R$ 34 mil)?'”, conta.

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“Eu olhei para ele e disse: ‘Tente A$ 100 mil’ (R$ 340 mil).”

O homem então começou a dizer a ele que a pedra na mão de Kamp era apenas metade do achado.

Ao todo, a rocha de 4,6 kg continha cerca de 2,6 kg de ouro.

Depois de avaliar, Kamp resolveu fechar o negócio e ficou com a pepita.

Ele diz que o homem de sorte está ansioso para gastar o dinheiro inesperado com a família: “Ele me disse que a esposa ficaria feliz.”

Embora descobertas como essa sejam raras, estima-se que a Austrália tenha as maiores reservas de ouro do mundo — e muitas das maiores pepitas desse metal foram encontradas neste país.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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