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Coogavepe fortalece mineração com doação de Testemunhos de sondagem à UFMT avaliado em R$ 35 mil

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Em um gesto de apoio a educação e pesquisa no setor mineral de Mato Grosso, a Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) doou 50 metros de testemunhos de sondagem da região de Peixoto de Azevedo, ao curso de Engenharia de Minas da UFMT. Avaliada em R$ 35 mil, as amostras contribuem para as disciplinas de pesquisa mineral e mecânica de rochas dentro da área de geociências.

 

A entrega ocorreu no campus de Cuiabá e contou com a presença do engenheiro de Minas Matheus Lopes, que representou a Coogavepe. “Este ato simboliza não apenas uma contribuição material, mas também o fortalecimento da relação entre o cooperativismo mineral e a academia, um elo fundamental para o avanço da pesquisa e da educação em geociências no estado”, disse Matheus.

 

Caroline Zorzal, professora do curso de Engenharia de Minas, ressaltou a importância da doação, destacando o alto custo associado a realização de sondagens. “Receber esses testemunhos de sondagem é crucial para nosso programa, pois nos permite oferecer uma experiência prática valiosa aos nossos alunos, algo que seria desafiador sem o apoio externo, considerando as limitações orçamentárias da universidade”, afirmou Zorzal.

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Cauibi Kuhm, coordenador do curso, enfatizou a parceria produtiva entre a UFMT e a Coogavepe, ressaltando como essa colaboração tem sido benéfica para ambas as partes. “A relação entre a academia e o setor mineral é vital para o desenvolvimento de novas tecnologias e métodos em nossa área. A Coogavepe tem sido uma parceira importante nesse sentido, apoiando nossos esforços para fornecer uma educação de qualidade e promover a pesquisa e uma mineração mais sustetável”, comentou Kuhm.

 

Presidente da Coogavepe, Gilson Camboim ressaltou que doação não apenas enriquece o material didático disponível para os estudantes de Engenharia de Minas da UFMT, mas também serve como um exemplo inspirador de como a colaboração entre o setor da mineração e as instituições educacionais pode resultar em benefícios mútuos e contribuir significativamente para o avanço do conhecimento e da inovação no setor mineral.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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