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Chuva de diamantes ocorre em mais planetas do que o esperado, aponta estudo

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Em planetas gasosos gigantes e gelados como Netuno e Urano, astrônomos acreditar chover diamantes, que caem do céu em um fenômeno fascinante. Um novo estudo descobriu que essa precipitação inusitada pode ser mais comum do que se pensava em todo o Universo.

A pesquisa foi publicada em 8 de janeiro na revista Nature Astronomy. Os autores da investigação revelaram que os limites de temperatura e pressão para a ocorrência das chuvas de diamante podem ser mais baixos do que se acreditava.

Isso possibilitaria chover pedras preciosas em planetas gasosos menores que Netuno e Urano, os chamados “mini-Netunos”. Esses são um dos tipos mais comuns de exoplanetas encontrados fora do Sistema Solar.

Experimento com filme plástico

As descobertas ocorreram graças a um experimento conduzido na Alemanha por uma equipe internacional de pesquisadores liderada por cientistas do Laboratório Nacional de Aceleradores SLAC do Departamento de Energia dos Estados Unidos. O grupo trabalhou com o laser de elétrons livres de raios X Europeu (XFEL Europeu).

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Em trabalhos anteriores no Linac Coherent Light Source (LCLS) do SLAC, os cientistas observaram uma chuva de diamantes se formando em condições de alta pressão, confirmando a possibilidade de formação de pedras preciosas em planetas gelados, compostos principalmente de água, amônia e hidrocarbonetos.

Posteriormente, os pesquisadores descobriram que o oxigênio torna a formação de diamantes mais provável em uma ampla gama de condições e em mais planetas. Até então, as altas pressões e temperaturas eram geradas pelo choque de compressão dos hidrocarbonetos com lasers de alta potência, permitindo que as condições permanecessem só mantidas por alguns nanossegundos.

No novo experimento, a equipe estudou a reação durante mais tempo e com uma abordagem diferenciada. Os cientistas usaram um filme plástico feito do composto de hidrocarbonetos poliestireno como fonte de carbono e o submeteram às pressões e temperaturas extremas encontradas no interior dos planetas gelados.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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