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Rolex reajusta preço de relógios de ouro diante de cotação recorde do metal

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A Rolex aumentou os preços de alguns de seus relógios de ouro no Reino Unido em 4%, depois que a cotação do metal precioso atingiu níveis recordes.

O preço para o varejo do Rolex Daytona chronograph em ouro branco subiu 4%, passando de £ 37.200 para £ 38.700 (cerca de US$ 49.300) neste sábado (1° de junho), de acordo com informações do site da relojoaria suíça no Reino Unido, acompanhadas pela Bloomberg News.

O preço de um Rolex GMT Master Il em ouro amarelo saltou pouco mais de 4%, de £ 34.000 para £ 35.400 (cerca de US$ 45.100).

Os preços específicos de cada país para os relógios fabricados pela Rolex, com Genebra, podem ser vistos como um indicador da força econômica de um país.

A marca de relógios de luxo mais icônica do mundo produz mais de 1 milhão de relógios por ano, com vendas acima de 10 bilhões de francos suíços (US$ 11,08 bilhões)

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O preço do ouro subiu 14% neste ano e atingiu um recorde histórico de US$ 2.450 a onça em maio, em um contexto de otimismo de que o Federal Reserve dos EUA começará a eduzir as taxas de juros. No mês passado, a libra esterlina atingiu seu maior valor em elação ao euro desde agosto de 2022.

Um porta-voz da Rolex em Genebra se recusou a comentar sobre a mudança nos preços.

A Rolex normalmente aumenta os preços de seus relógios uma vez por ano, em jc Na última ocasião, a marca aumentou os preços no Reino Unido em cerca de 4% alguns modelos, inclusive alguns relógios de aço, mas manteve os preços para os Estados Unidos inalterados.

Grandes oscilações cambiais levaram a Rolex a aumentar os preços duas vezes n Jnido em 2022, em janeiro e setembro, quando a libra esterlina atingiu seu nível n paixo em relação ao dólar em décadas. A Rolex também aumentou os preços nos europeus duas vezes naquele ano.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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