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MERCADOS

Preço do ouro bate novo recorde; entenda o que faz o metal subir

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O interesse dos investidores por ouro vem chamando a atenção no mercado, tanto que a cotação do metal já bateu o seu 19º recorde só neste ano, ultrapassando os US$ 2.400.

O seu contrato futuro acumula ganhos de mais de 13% neste ano, sendo negociado nesta segunda-feira (27) por US$ 2.356 a onça troy, medida usada para pesar a commodity, que representa 31,1 gramas.

 

O motivo para essa procura por ouro? A incerteza sobre o futuro da economia dos Estados Unidos. O mercado começou o ano com a esperança de que o Federal Reserve daria início ao seu afrouxamento monetário ainda no primeiro trimestre.

No entanto, a piora das expectativas de inflação começaram a pesar. Agora, as apostas de um primeiro corte nos juros se dividem entre setembro e novembro, segundo a ferramenta da monitoramento CME FedWatch Tool.

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Além disso, também alavanca a commodity a ampliação das reservas de ouro por parte dos bancos centrais. As autoridades monetárias procuram formas de reduzir a dependência do dólar americano — util no caso de uma desvalorização da moeda e também para não ser impactado por eventuais sanções vindas do EUA — e o metal é visto como uma opção segura.

Com isso, as expectativas são de que o preço do ouro avance ainda mais. Segundo o Investing.com, o UBS revisou para cima sua estimativa para o metal, passando de US$ 2.500 para US$ 2.600 por onça até o final de 2024.

A revisão considera que, além da questão do Fed e dos bancos centrais, as incertezas geopolíticas devem aumentar nos próximos meses, com as eleições presidenciais americanas, aumento das tensões comerciais entre os EUA e a China, e continuidade das guerras na Ucrânia e Oriente Médio.

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Notícias

Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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