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Pará é o segundo estado com a maior produção mineral do Brasil, de acordo com o levantamento feito pela FASEPA

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 Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fasepa), lançou oficialmente no mês passado o “Boletim de Mineração 2023”, onde o Pará se destaca como o segundo estado com a maior produção mineral do Brasil. O estudo destaca a importância da produção mineral paraense no cenário nacional na última década.

O Pará é uma das maiores províncias minerais do mundo com uma riqueza e diversidade de minérios como: bauxita, cobre, ferro, caulim, ouro, níquel, manganês e calcário. O que atrai grandes investimentos contribuindo positivamente na geração de
emprego, renda, melhorias sociais, bem como o aquecimento da economia do estado. Em 2021, de acordo com levantamento feito pela Fundação, o setor mineral registrou mais 325 mil postos de trabalho, direta e indiretamente.

De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), o estado tem se mantido acima de 20% na participação brasileira, obtendo uma produção de 369,4 milhões de toneladas de minério em 2021, equivalente a 21,2% da participação na produção
nacional. O Pará alcançou o segundo maior valor de exportação mineral, com US$ 15 bilhões, favorecendo a balança comercial e o aumento do Produto Interno Bruto (PIB).

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Todos os dados citados acima, apontam que a mineração é um dos gigantes pilares econômicos no Pará e ressalta a importância do setor mineral para o crescimento do país.

Um dos futuros empreendimento minerário do Pará é o Projeto Volta Grande (PVG) da Belo Sun Mineração, subsidiária da canadense Belo Sun Mining Corp., localizado no município de Senador José Porfírio. O projeto recentemente foi considerado apto
pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para receber licenças ambientais, no que concerne ao componente do Patrimônio Cultural. O PVG está no aguardo apenas da licença de instalação, que agora tem o seu licenciamento de
responsabilidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), como definido pelo TRF1, em Brasília, no último 11 de setembro.

O Projeto Volta Grande já atua junto às comunidades, com intuito de qualificar e consequentemente utilizar a mão de obra e fornecedores locais proporcionando um ambiente colaborativo e de construção com os moradores que estão na área de influência do empreendimento.

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Impacto econômico na região

O projeto visa à instalação de uma mina e usina de beneficiamento industrial para a extração de 60 toneladas de ouro na região do Xingu, num período de 12 anos, com a possibilidade de se estender devido ao grande potencial mineral da região. O projeto gerará inúmeros benefícios econômicos e sociais, como pode se ver abaixo:

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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