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SEGUNDA HISTÓRICA

Ouro fechou no maior nível em mais de um ano

Investidores reagiram ao enfraquecimento do dólar em meio ao anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+)

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Os contratos futuros do ouro encerraram esta segunda-feira (3) em alta firme, acima dos US$ 2 mil e no maior nível em mais de um ano, em reação ao enfraquecimento do dólar em meio ao anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de que fará um corte na produção da commodity. A notícia pegou os investidores de surpresa e levantou preocupações sobre o futuro da inflação e da política monetária do Federal Reserve (Fed) em um ambiente de preços do petróleo mais altos.

Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para junho fechou em alta de 0,71%, a US$ 2.000,40 por onça-troy.

“O metal amarelo foi impulsionado por rendimentos mais baixos e um dólar ligeiramente mais fraco”, diz o analista-sênior de mercados da Oanda, Craig Erlam, em nota. O profissional acrescenta que “o próximo grande obstáculo” em termos de barreira técnica de preço do outro será “a alta histórica em torno de US$ 2.070”.

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Destaque do noticiário hoje, a Opep+ anunciou cortes equivalentes a 1,1 milhão de barris por dia na produção de petróleo, que tomarão efeito a partir de maio. A medida elevou os temores de que haja uma pressão adicional sobre a inflação, o que poderia levar a novas altas de juros pelo Fed. A leitura abaixo do esperado da atividade industrial dos Estados Unidos, porém, reduziu parte das pressões altistas na curva de juros dos Treasuries e deu impulso adicional aos preços do ouro.

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Notícias

Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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