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Ouro fecha em alta, apoiado pelo dólar e títulos de dívida dos EUA

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ouro fechou com ganho na sessão desta terça-feira (14), mais atrativo em dia de dólar enfraquecido no exterior e de recuo nos juros dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries). O quadro se formou em dia de publicação de leitura de inflação ao produtor (PPI) dos EUA e de declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que colocaram a política monetária americana em foco.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para junho fechou em alta de 0,72%, a US$ 2.359,90 a onça-troy.

O índice cheio do PPI veio mais forte que o esperado na comparação mensal e mais fraco que o previsto na anual. A divulgação chegou a dar apoio aos rendimentos dos Treasuries e ao dólar, mas o movimento inverteu sinal à medida que o dado e seus componentes eram digeridos.

O próprio presidente do Fed, Jerome Powell, falou que não chamaria o conjunto de dados do PPI como fortes, mas sim “mistos”. Além de comentar o indicador, Powell reiterou sua paciência para ver os efeitos do aperto monetário na inflação, mas considerou improvável uma nova alta de juros.

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O metal vem de um forte rali nas últimas semanas, apoiado pela demanda chinesa e compras por BCs, como lembra o Julius Baer em relatório. Mas o banco suíço disse que não vê necessariamente a commodity subindo muito mais. “Como lidar com o ouro daqui para frente? De uma perspectiva puramente de preço, ainda vemos mais desvantagens do que vantagens no médio e longo prazo. No entanto, do ponto de vista do portfólio, o ouro continua sendo uma proteção contra riscos econômicos e sistêmicos nos mercados financeiros”, disse.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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