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Mineração é responsável por 3% do PIB do Brasil

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A mineração é um dos pilares para a produção de diversos materiais, bem como para o desenvolvimento de vários setores. Além disso, ela é responsável por 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a pasta e a Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral trabalham para que esse número aumente, gerando ainda mais emprego e renda para os brasileiros.

O potássio é utilizado para a segurança alimentar. Ele é um dos minerais mais estratégico do país. Conforme informa o MME, o potássio é do tipo rocha e mineral industrial que, nas formas de cloreto e nitrato, é empregado como fertilizante.

O mineral é fundamental como matéria-prima para os fertilizantes, pois é exigido em grandes quantidades pelas plantações, por ser um regulador de pressão osmótica (regula a entrada e saída de águas das plantas), um ativador de enzimas, além de auxiliar na formação dos frutos e dar resistência ao frio e doenças que acometem as plantações – complementa a pasta.

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Em 2022, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, as reservas brasileiras eram de 2,3 milhões de toneladas, colocando o país com o 12º maior estoque global de potássio. Os depósitos e a produção nacional ficam no Amazonas e em Sergipe.

Importação de potássio

Mesmo com uma grande reserva, o Brasil é o país que mais importa potássio no mundo, conforme o MME. Para garantir o suprimento nacional, cerca de R$ 1,3 milhão foi investido em programas de exploração do mineral, segundo o Anuário Mineral Brasileiro, desenvolvido pela Agência Nacional de Mineração.

Outro ponto, é o uso do potássio em células fotoelétricas. De acordo com o MME, seu nitrato é importante para produção de pólvora. Além disso, a combinação do cromato e do dicromato de potássio é matéria-prima para preparação dos fogos de artifício. Por fim, o potássio também está presente nos cristais e no sabão de barbear.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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