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BLEU ROYAL

Diamante azul é vendido por R$ 213 milhões em leilão da Christie’s

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O maior diamante internamente puro, sofisticado e com azul vívido já colocado em leilão foi vendido por impressionantes US$ 43,8 milhões (R$ 213 milhões) em um leilão de joias raras da Christie’s em Genebra nesta terça-feira (7), anunciou a casa de leilões.

O diamante azul vívido, conhecido como “Bleu Royal” e incrustado em um anel, está entre os mais raros já descobertos. Com 17,6 quilates, ele tinha um valor estimado de até US$ 50 milhões (R$ 243 milhões) antes da venda.

“A pedra rendeu quase USS 44 milhões”, disse Rahul Kadakia, diretor internacional de joias da Christie s. Euma enorme quantidade de dinheiro, dado o que está acontecendo no mundo hoje.”

Max Faweett, diretor do departamento de joias da Christie’s em Genebra, disse que o diamante era único por causa de sua cor azul profunda e rica e por seu formato brilhante de pera pão modificado.

“Realmente preencheu todos os requisitos, e é por isso que conseguimos entusiasmar colecionadores de todo o mundo, desde o Extremo Oriente até a América’, disse ele. ” Estamos extremamente satisfeitos com o resultados.”

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No leilão desta terça-feira (7), a Christie’s vendeu dezenas de peças de joalheria raras no valor total combinado de mais de US$ 77 milhões (R$ 375 milhões).

Em uma venda separada na segunda-feira (6), a Christie’s vendeu um relógio de pulso Rolex usado por Marlon Brando no filme “Apocalypse Now”, de 1979, por mais de 4,5 milhões de francos suíços (US$ 4,99 milhões).

O ator gravou sua assinatura nas costas do relógio para evitar que a peça fosse trocada acidentalmente durante as filmagens. Há dois anos, esse mesmo relógio foi vendido em leilão por 2 milhões de francos suíços.

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Notícias

Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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