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Brinco usado por Maíra Cardi tem 6 quilates de diamante e preço exorbitante; saiba quanto

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Após o vazamento do casamento em segredo de Maíra Cardi Thiago Nigro, as joias usadas pelo casal no grande dia tornaram-se um tópico quente de discussão. Diante da repercussão após as alianças serem transportadas por um carro-forte, o casal decidiu dar mais detalhes sobre os acessórios luxuosos, que incluem não apenas as alianças, mas também os brincos de Maíra Cardi, cujo valor combinado ultrapassa R$ 3 milhões.

As joias, inspiradas na arte japonesa conhecida como Kitsungi, são um verdadeiro destaque. As alianças, trocadas durante os votos do casal na cerimônia que aconteceu na Fazenda Vila Rica, no interior de São Paulo, são adornadas com nada menos que 200 diamantes. O brilhantismo das peças justificou a necessidade de transporte em um carro-forte até o local da cerimônia.

Inicialmente, o casal não anunciou oficialmente os valores das joias, mantendo o mistério em torno de seu investimento. Thiago Nigro chegou a declarar que esse era o maior investimento de sua vida, mas esclareceu que se referia à aliança em um sentido mais profundo: “É sobre com quem eu vou fazer essa aliança”, disse ele.

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No entanto, as informações sobre o preço das joias agora foram reveladas. De acordo com o portal LeoDias, o conjunto de todas as jóias usadas por Maíra Cardi, que inclui as alianças e os brincos, custou mais de R$ 1 milhão. A assessoria da joalheria responsável pelas peças confirmou esse valor.

Porém, nesta sexta-feira (1), Maíra Cardi revelou mais detalhes sobre seus brincos, deixando esse valor para trás: segundo ela, as joias tinham 6 quilates de diamante, e o preço da mesma varia entre R$ 3 milhões e R$ 7 milhões. Com isso, já dá pra notar que o casamento dos dois foi um evento intimista e luxuoso que surpreendeu a todos pela discrição e pela atenção aos detalhes.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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