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O Conselho Ambiental do Estado do Pará (COEMA) aprovou, em 11 de junho, a Licença Prévia (LP) e a Avaliação de Impacto Ambiental (EIA) para o projeto de ouro Castelo de Sonhos, no estado do Pará. A emissão formal e a publicação oficial da LP deverão agora estar sujeitas apenas aos processos internos da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS). Na reunião do COEMA que analisou a concessão da licença, a TriStar apresentou uma resposta positiva e de apoio e o projeto foi aprovado por unanimidade do Conselho.

Localizado no município de Altamira, o projeto Castelo dos Sonhos prevê a implantação de uma lavra a céu aberto, com previsão de produção de 3,9 toneladas de ouro por ano, por um período de dez anos. A planta de processamento terá capacidade para 10 mil t/dia de minério com teor de 1,12 gramas por tonelada. As reservas de ouro somam 1,4 milhão de onças e o Capex previsto para o empreendimento é de US$ 261 milhões.

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Nick Appleyard, CEO da TriStar Gold, declarou: “Alcançar um marco como este é o culminar de uma enorme quantidade de trabalho da nossa pequena e dedicada equipe. O trabalho que eles realizaram foi excelente. Agradecemos também em todos os aspectos às diversas pessoas e organizações que nos apoiaram, incluindo a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) e a Associação Profissional dos Geólogos do Estado do Pará. Amazonas (APGAM).”

A empresa informa que o desenvolvimento do projeto, incluindo os compromissos futuros detalhados através das atividades de licenciamento, visam desbloquear valor para os acionistas. “Porém, o desenvolvimento do projeto anda de mãos dadas com o nosso trabalho voluntário na região local, tudo isso focado no desenvolvimento sustentável que pode ter um impacto positivo duradouro nas pessoas com quem compartilhamos esta bela parte do Brasil”.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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