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Rochas ornamentais: setor tem melhor quadrimestre dos últimos dez anos

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Segundo números do Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), o mercado de rochas naturais brasileiro atingiu um novo marco em 2024. No primeiro quadrimestre o setor registrou exportações de U$ 387,9 milhões, o que representa um crescimento de 15,7% e o melhor nos últimos dez anos.

Os principais destinos dessas exportações foram Estados Unidos, com uma participação de 58,06%, seguido pela China, com 14,10%, Itália, com 6,75%, México, com 5,06%, e Reino Unido, com 1,68%.

O crescimento das exportações de rochas naturais para o mercado americano no período acumulou alta de +30,2%, com forte demanda para os quartzitos, que representam 55,06% de tudo o que foi exportado e cresceu 57,03% sobre o ano anterior.

“Estamos entusiasmados com os resultados positivos alcançados pelo setor de rochas até agora. Desde janeiro, participamos de quatro grandes ações por meio do It’s Natural – Brazilian Natural Stone, programa de incentivo às exportações desenvolvido pelo Centrorochas e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

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Três deles foram nos Estados Unidos e um na China. A receptividade do mercado internacional aos nossos produtos é sempre de muito orgulho”, comentou o presidente da associação nacional de rochas naturais, Tales Machado.

Os interessados em explorar os dados setoriais e entender melhor o panorama do mercado de rochas naturais podem ter acesso ao BI Centrorochas, plataforma que oferece uma análise detalhada, incluindo mapas e gráficos que facilitam a compreensão das tendências e padrões do setor. A ferramenta está disponível para acesso imediato, e os interessados podem entrar em contato com o Centrorochas pelo número 27 99802-9651 para obter mais informações.

Fonte: Brasil 61

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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