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MINERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Sistema OCB reconhece a Coogavepe como modelo de sucesso para cooperativas minerais no Brasil em documento sobre políticas públicas

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Nesta quinta-feira, em Brasília, a Coogavepe representada pelo presidente Gilson Camboim, participou de um momento significativo para o cooperativismo mineral. Tânia Zanella, superintendente da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), entregou aos deputados Zé Silva, presidente da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin), e Arnaldo Jardim diretor da FPMin na região Sudeste e presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), um documento importante, chamado “Carta de Peixoto de Azevedo”, que destaca a necessidade de políticas públicas eficazes para as cooperativas minerais, tendo como referência o modelo de gestão da  Coogavepe.

 

A carta da OCB ressalta pontos cruciais, como a formalização dos garimpeiros, o combate à lavra ilegal, e a necessidade de políticas públicas para organizar a pequena mineração no Brasil.

 

A visita técnica à Coogavepe em outubro deste ano no Mato Grosso, foi um momento revelador para o deputado Zé Silva. Ele testemunhou o comprometimento da cooperativa com práticas de garimpo legal e sustentável, ressaltando o papel do cooperativismo na transformação socioambiental.

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Zé Silva, aproveitou a presença da Diretora do Departamento de Desenvolvimento Sustentável na Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME), Ana Paula Lima Vieira, e solicitou reunião com o ministério para elaboração de um plano de trabalho em 2024 sobre as pautas das cooperativas minerais.

 

Gilson Camboim, presidente da Coogavepe, enfatizou o impacto positivo da cooperativa, que é a maior do país em seu segmento, com cerca de 7 mil cooperados. Ele destacou a contribuição não só econômica, mas também social e ambiental do cooperativismo mineral.

 

Mauro Henrique Moreira Sousa, diretor-geral da ANM, lembrou a posição da Constituição Federal sobre o cooperativismo e anunciou um acordo promissor com a Casa da Moeda do Brasil para a rastreabilidade do ouro.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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