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CURIOSIDADES MINERAIS

Quanta prata já foi extraída no mundo?

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prata é um metal valioso e versátil que tem sido utilizado desde a antiguidade em joias, moedas e utensílios. Embora a maior pepita de prata já encontrada tenha pesado mais de uma tonelada, é incrível pensar que toda a prata já conhecida no mundo caberia em um cubo de 55 x 55 x 55 metros, mais que o dobro de todo o ouro do planeta.

O minério é amplamente utilizado em aplicações industriais. Os computadores, telefones e carros contêm um pouco de prata, e o metal também é usado em tinta prateada e chips de dispositivos de identificação automática e captura de dados (RFID).

Cerca de 500 mil toneladas de prata ainda esperam para serem descobertas. O Peru tem as maiores reservas de prata do mundo, com a Austrália e a Polônia logo atrás. Atualmente, o México é o maior produtor mundial de prata, seguido por Peru, China, Rússia e Chile.

Como a prata foi descoberta?

A prata é conhecida desde a pré-história e foi um dos primeiros metais a serem descobertos e manipulados pelo homem. Os objetos de prata mais antigos foram encontrados na Índia e datam de 5000 a.C., além de terem sido encontrados em túmulos de Ur de 3500 a.C.

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Os alquimistas consideravam a prata como o elemento mais próximo do ouro e a nomearam com a palavra que significa “brilhante” em grego e latim. A prata foi a responsável pela riqueza de Atenas, que exploram mineração de metal na Grécia desde 1000 a.C. até a época do Império Romano.

A prata começou a ser extraída largamente na Anatólia por volta de 3000 a.C. Desde então, a mineração se espalhou por todo o mundo. A maior parte do metal foi extraído na Espanha no ano 100, mas a descoberta de prata nas Américas aumentou a produção.

Como a prata é extraída da natureza?

A prata é encontrada na natureza em forma de minérios, que são rochas contendo compostos de prata. O método mais comum de extração da prata é a mineração subterrânea, onde a prata é extraída das veias de minério por meio de técnicas de perfuração e explosão.

Após a extração do minério, ele é levado para uma planta de processamento, onde é moído em partículas finas e misturado com produtos químicos que ajudam a separar a prata de impurezas.

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Em seguida, o minério é submetido a um processo de flotação, que separa a prata dos demais minerais. Depois, é purificada por eletrólise ou lixiviação. Por fim, a prata é refinada para remover quaisquer traços de impurezas restantes e pode ser moldada em diferentes formas para uso em diferentes aplicações.

A maior pepita de prata da história

A maior pepita de prata da história foi extraída em 1894 na mina Smugglers, nos Estados Unidos. Ela pesava mais de uma tonelada e era tão grande que teve de ser quebrada em três partes para ser transportada.

A pepita continha entre 93 e 96 por cento de prata pura, e mesmo considerando o preço atual da prata por grama, ela ainda valeria mais de meio milhão de dólares. A maior parte da pepita foi derretida, mas uma pequena peça pode ser vista em exposição no Museu de Denver.

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Expominério 2025 reúne 17 painéis em três dias de debates técnicos

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A edição 2025 da Expominério terá uma das programações mais completas do setor mineral no país, reunindo ao longo de três dias, entre 26 e 28 de novembro, um total de 17 painéis distribuídos entre os auditórios Minerais e Flores, do Cento de Eventos do Pantanal.

Os debates abordam desde tendências geopolíticas e minerais críticos até desafios ambientais, novas tecnologias, relações comunitárias, políticas públicas e o futuro da mineração sustentável em Mato Grosso e no Brasil. Para um dos organizadores do congresso, Humberto Paiva, a edição deste ano consolida um novo patamar de articulação técnica e institucional.

“Reunir 17 painéis em três dias reforça o propósito da Expominério de ser um espaço real de construção de conhecimento e de diálogo qualificado. A cadeia mineral vive um momento de transformação profunda, em que tecnologia, sustentabilidade, segurança jurídica e participação social caminham juntos. Nossa intenção, ao trazer especialistas de diferentes áreas, é criar um ambiente que permita entender os desafios, apresentar soluções e aproximar cada vez mais o setor das demandas da sociedade”, afirma.

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O evento começa na quarta-feira (26.11), às 8 horas, no Auditório Minerais, com a abertura oficial do ciclo de palestras do IEL e segue para discussões sobre minerais críticos e estratégicos na transição energética, governança e regulação do setor, mineração de gemas, diversidade e inclusão nas operações e os desafios tributários da atividade. Especialistas de diferentes áreas farão análises sobre o momento atual da mineração e os cenários projetados para os próximos anos.

Na quinta-feira (27.11), às 08h30, os painéis tratam dos desafios da mineração diante da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, das relações entre mineração e comunidades, dos conflitos socioambientais e dos avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva, incluindo energia solar e inovação para eficiência das operações. A programação segue até o início da noite, quando será realizada a palestra magna com o professor titular da USP, Fernando Landgraf.

Ao mesmo tempo, o Auditório Flores recebe o encontro temático “Mercúrio: Olhando Juntos para o Futuro”, organizado pelo Instituto Escolhas. O dia será dedicado à discussão regulatória, análises sobre o futuro da mineração artesanal, apresentação de casos reais de transição para métodos livres de mercúrio e debates sobre alternativas tecnológicas. Representantes de entidades, pesquisadores, lideranças do setor e especialistas internacionais participam das mesas, reforçando o caráter multidisciplinar do encontro.

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No último dia da Expominério (28.11), o congresso encerra com discussões sobre investimentos e dinâmicas do mercado de ouro, políticas de desenvolvimento mineral para Mato Grosso, avanço dos mapeamentos geológicos e a importância dos agregados da construção civil para a infraestrutura estadual.

Os últimos debates tratam da produção de minerais críticos a partir de rejeito e da empregabilidade e desenvolvimento socioeconômico na mineração, antes do encerramento oficial da Expominério 2025, previsto para as 22h.

A Expominério 2025 será realizada de 26 a 28 de novembro, no Centro de Eventos do Pantanal em Cuiabá.

Patrocinador Oficial: Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Também apoiam o evento a Fecomin e a Fomentas Mining Company (patrocinadores Ródio), Nexa Resources, Keystone e Brazdrill (Diamante), Aura Apoena, Salinas Gold Mineração e Rio Cabaçal Mineração (Ouro), além da GoldPlat Brasil e Ero Brasil (Prata).

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